O Encontro anual da Ad Urbem 2026 realiza-se no próximo dia 27 de Novembro, em Oeiras. As inscrições benefeciam de um preço reduzido até ao dia 31 de Outubro.
A inscrição inclui a documentação e os coffee breaks*. Após o dia 25 de Novembro não há lugar a devoluções por desistência.
Sócios da Ad Urbem, sócios da APU, comunicantes e estudantes ** Até 31 Out. .................. 30 Euros Após 1 Nov. ................. 40 Euros
Demais participantes Até 31 Out. ................... 60 Euros Após 1 Nov. .................. 80 Euros
Ficha de Inscrição Para se inscrever no Encontro 2026 deve preencher online: Ficha de Inscrição
Para esclarecimentos sobre inscrições por favor contactar o secretariado da Ad Urbem.
Telefone: 21 844 37 92 / 917 934 835 Email:
Dados para pagamentos à AD URBEM
AD URBEM Associação para o Desenvolvimento do Direito do Urbanismo e da Construção
Morada: a/c LNEC, Av. do Brasil, 101, 1700-066Lisboa Telefone: 21 844 37 92 Email:
O Encontro Anual da AD URBEM 2026, dedicado ao tema“Riscos à margem do ordenamento do território: que barreiras à integração?”, a realizar no próximo dia 27 de novembro, irá decorrer no Auditório do Templo da Poesia, no Parque dos Poetas, em Oeiras.
Localização:
Templo da Poesia - Parque dos Poetas R. José de Azambuja Proença, 2780-257 Oeiras
Em 16 de Dezembro de 2009, o Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE) perfaz a primeira década da sua existência, contada a partir da data da publicação do Decreto-Lei n.º 555/99, o diploma que, ao aprovar este regime, veio complementar, no plano do controlo público dos empreendimentos de construção, a reforma da operada pela Lei de Bases das Políticas de Ordenamento do Território e do Urbanismo (Lei n.º 48/98, de 11 de Agosto) e pelo Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro).
O RJUE instituiu o conceito de operações urbanísticas, conferindo-lhes uma regulação básica uniforme, e estabeleceu a generalidade dos aspectos relativos ao controlo público dessas operações, enquadrando-o na execução dos instrumentos de gestão territorial. Assim, a par dos meios de controlo preventivo e da fiscalização e tutela da legalidade urbanística, o RJUE desenvolveu a disciplina dos encargos urbanísticos e da tributação urbanística, assim como os mecanismos de execução das infra-estruturas urbanas, as garantias dos particulares e o dever de conservação das edificações urbanas.
Ficaram por regular, no entanto, aspectos importantes dos projectos de reforma legislativa urbanística de 1999, designadamente, no domínio da responsabilidade e garantia da edificação. A par da dimensão pública urbanística, a urbanização e a edificação possuem também uma dimensão privada e social que não pode ser ignorada, seja no plano fundiário e do desenvolvimento económico associado à actividade imobiliária, no plano do direito do consumo e dos direitos à habitação e à qualidade de vida nos meios urbanos.
Por outro lado, o direito da construção e o direito da edificação mantiveram-se inalterados e aguardam ainda por um trabalho de sistematização legislativa e de actualização e harmonização com a regulação urbanística procedente do sistema de gestão territorial.
Durante os dez anos que se seguiram à sua publicação, o Decreto-Lei n.º 555/99 conheceu importantes vicissitudes, desde a suspensão da sua vigência, por força da Lei n.º 13/2000, de 20 de Julho, até às alterações de fundo resultantes do Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho, e da Lei n.º 60/2007, de 4 de Setembro.
Decorrido este período, importa reflectir sobre os resultados alcançados pela reforma do controlo público das operações urbanísticas, sobre os problemas e necessidades que o mesmo é suscitado a resolver e sobre as perspectivas de desenvolvimento do direito de edificação e da construção.
Assim, a Ad Urbem decidiu dedicar o seu encontro anual de 2009 a este tema, assim designado: Os Dez Anos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. Evolução do licenciamento municipal de operações urbanísticas 1999-2009.
Os interessados poderão enviar comunicações relativas aos diversos temas do encontro, transmitindo as suas perspectivas e dando o seu contributo para a formação de conclusões (ver comunicações).
No âmbito do processo de recolha e organização da informação para o Encontro, serão ainda organizados dois debates preparatórios, de inscrição gratuita e abertos a todos os interessados (ver debates).
Comissão científica
Nuno Portas | Universidade do Porto, Faculdade de Arquitectura (Presidente)
António Pérez Babo | Universidade do Porto, Faculdade de Engenharia António Reis Cabrita | Universidade Católica Portuguesa Fernando Nunes da Silva | Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior Técnico Fernanda Paula Oliveira | Universidade de Coimbra, Faculdade de Direito João Cabral | Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Arquitectura João Cunha | Laboratório Nacional de Engenharia Civil João Miranda | Universidade de Lisboa, Faculdade de Direito Jorge Silva | Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Arquitectura Jorge Carvalho | Universidade de Aveiro, Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas José Vasconcelos Paiva | Laboratório Nacional de Engenharia Civil Paulo Pereira | Universidade Técnica de Lisboa, Faculdade de Arquitectura
Comissão organizadora
Cláudio Monteiro | Fernando Gonçalves | José Luís Cunha | Zélia Pinheiro